sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Purple Sorrow

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Boa noite...


Novamente tesouros do meu baú de memórias artísticas. Uma gargantilha de renda preta com fita de cetim cinza/lilás, decorada com uma pedra roxa emoldurada em flores de renda...






quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Pérolas de um Rosário

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Boa noite...


Tempo para mais um dos meus devaneios diletantes e, portanto, levanto o véu a mais uma das minhas bizarras colecções... Desta feita, o inesperado, a intangível razão de ser da minha admiração por estes pequeno objectos da religiosidade de outrem... De facto, não os colecciono por acreditar neles (não é que não acredito no seu poder enquanto veículo de uma vontade espiritual orientada, mas simplesmente não acredito no deus que eles representam), colecciono-os apenas e somente porque são belos. A arte sacra sempre presenteou a humanidade com as mais maravilhosas criações, e estes podem ser dos objectos mais belos e mais absurdamente góticos, no que toca aos clichés do Romantismo...







Chaves das Bruxas

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Boa noite...


Hoje para fazer um intervalo das coisas extremamente vampíricas, venho cá mostrar-vos umas coisas mais a puxar para o catitas, que podem encontrar na Party Fiesta até este sábado... São baratinhos (55 cêntimos) e um amor, ou não, depende do ponto de vista, mas eu gosto do conceito na mesma...












segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Red roses for my love...

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Boa noite...


Hoje, mais uma vez, vou tirar do caixão mais uma criação minha, muito velhinha... Novamente, uma gargantilha de renda preta e rosas de organza vermelhas, adornada com missangas e cristais facetados em preto. Muito fácil de fazer, quase nem precisa de instruções...


Para vocês...





domingo, 25 de outubro de 2009

Lolita Lace...

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Boa noite...


Uma semana de ausência, já tinham saudades minhas aposto... Bem, durante os dias de trabalho é impossível fazer o que quer que seja, por isso tenho que guardar para o fim de semana o trabalho de recolher fotos novas.

Hoje, finalmente outra vez, um artigo feito por mim, apesar de já muito antiguinho... Uma gargantilha de inspiração Lolita a preto e branco... São realmente muito fáceis de fazer, anda por aí algures um post de instruções, basta procurarem... Eu dou uma pista, está mesmo no início do blogue...





domingo, 18 de outubro de 2009

A cauda do Pavão...

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Boa noite...


Sem novidades no que toca às criações pessoais, deixo-vos novamente com um item comprado recentemente, da colecção de Halloween, na Accessorize.


Magnífico leque de plumas pretas com penas de pavão...











E o resultado que podem obter com um acessório assim, embora as fotos digam antes respeito a um igual mas todo preto...






Tiaras Rock

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Boa noite,



Só para mostrar umas coisinhas lindas que compro na Claire's de vez em quando...








E este é o resultado:






quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Gothic Bride

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Boa noite...


Há muito que estava para vos mostrar este item gloriosamente "gótico", que já tenho há uns anos. Podem encontrá-lo nesta loja Valuveil, e foi encomendado através do ebay. Não ficou caro e é um daqueles acessórios que nem toda a gente se pode gabar de ter!





E agora, o resultado...



quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Viagens na minha Terra: Mosteiro dos Jerónimos

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Boa noite...


A todos os que apreciam o prazer de laurear a pevide, mais uma vez, uma visão maravilhosa da arquitectura portuguesa que pode ser visitada na cidade capital, Lisboa... Deixo-vos o Mosteiro dos Jerónimos...





"Data de 1496 o pedido feito pelo rei D.Manuel I à Santa Sé, no sentido de lhe ser concedida autorização para se erigir um grande mosteiro à entrada de Lisboa, perto das margens do Tejo. Em 1501 começaram os trabalhos e aproximadamente um século depois, as obras estavam concluídas. As razões da construção do Mosteiro dos Jerónimos prendem-se, por certo, com a vontade do monarca reunir em panteão o ramo dinástico por ele iniciado (Avis-Beja).

D. Manuel I e os seus descendentes foram sepultados em túmulos de mármore colocados na capela-mor da Igreja e capelas laterais do transepto. A dedicação do Mosteiro à Virgem de Belém foi outro factor que pesou na decisão régia. O Mosteiro dos Jerónimos, como é vulgarmente conhecido, veio substituir a igreja outrora existente no mesmo local, cuja invocação era Santa Maria de Belém e onde os monges da Ordem de Cristo prestavam assistência aos mareantes em trânsito.

O edifício exibe uma extensa fachada de mais de trezentos metros, obedecendo a um princípio de horizontalidade que lhe confere uma fisionomia calma e repousante. Foi construído em calcário de lioz que se tirava muito próximo do local de implantação, na Ajuda, no Vale de Alcântara, Laveiras, Rio Seco e Tercena.



Dada a grandiosidade do projecto e a riqueza da execução, sucederam-se as empreitadas de construção e os mestres responsáveis por elas: Diogo de Boitaca (c.1460-1528), João de Castilho (c.1475-1552), Diogo de Torralva (c. 1500-1566), Jerónimo de Ruão (1530-1601) são alguns dos nomes que o Mosteiro recorda e que deixaram marca indelével neste monumento.

D. Manuel I canalizava para as obras de Belém grandes somas. Boa parte da chamada " Vintena da Pimenta" (aproximadamente 5% das receitas provenientes do comércio com a África e o Oriente, o equivalente a 70 kg de ouro por ano) servia para custear os trabalhos que, desde o início, decorrem em estreita dependência do próprio rei.

No século XIX o Mosteiro assistiu a intervenções arquitectónicas pontuais que, embora não alterando a sua estrutura primitiva, vieram dar-lhe a forma que lhe conhecemos hoje. A cúpula sineira, o corpo do dormitório (hoje Museu de Arqueologia) e a sala do Capítulo foram alguns dos locais que maiores alterações sofreram.

Foram colocados na Igreja as arcas tumulares de Vasco da Gama e Luís de Camões, da autoria do escultor Costa Mota tio, no final do Século IXX (1894).



O Mosteiro dos Jerónimos é habitualmente apontado como a "jóia" da arquitectura manuelina, que integra elementos arquitectónicos do gótico final e do renascimento, associando-lhe uma simbologia régia, cristológica e naturalista, que a torna única e digna de admiração.

Para ocupar o Mosteiro, D. Manuel I escolheu os monges da Ordem de S. Jerónimo , que teriam como funções, entre outras, rezar pela alma do rei e prestar assistência espiritual aos mareantes e navegadores que da praia do Restelo partiam à descoberta de outros mundos.

Durante quatro séculos essa comunidade religiosa habitou nestes espaços, mas em 1833 foi dissolvida e o lugar desocupado. O Mosteiro dos Jerónimos passou a integrar os bens do Estado e o espaço conventual foi destinado ao colégio dos alunos da Casa Pia de Lisboa (instituição de solidariedade social destinada especialmente ao apoio a crianças), que aqui permaneceram até cerca de 1940.

Desde sempre intimamente ligado à casa Real Portuguesa, o Mosteiro dos Jerónimos, pela força da Ordem e suas ligações a Espanha, pela produção intelectual dos seus monges, pelo facto de estar inevitavelmente ligado à epopeia dos Descobrimentos e, inclusivamente, pela sua localização geográfica, na capital, à entrada do porto, é desde cedo interiorizado como um dos símbolos da nação."









Interior da igreja do mosteiro, com o tecto em cruzaria




Pormenor da fachada



Corredor do claustro



Interior da igreja do mosteiro



Pequena fonte no pátio do claustro





Visões do pátio do claustro



Refeitório dos monges, incomodado por mim



escada interior, do claustro para a igreja



Relevo nos corredores do claustro



Vitral no interior da igreja


Novamente, devem desculpar a falta de prosa floreada, mantém-se a apatia criativa no meu cérebro...

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Toucado Medieval III

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Boa noite...


Atarefada como ando, não há grande novidades, por isso, deixo-vos imagens de um toucado medieval que ja fiz há algum tempo. Podem encontrar as instruções sobre como fazer um aqui.





domingo, 11 de outubro de 2009

Viagens da minha Terra: Castelo dos Mouros


Boa Noite...


Parto novamente em viagem, desta vez e para vós... Castelo dos Mouros.



"Antigo castelo de provável fundação muçulmana, durante o séc. IX, no qual nunca se travou nenhuma batalha. De facto, tanto os ocupantes muçulmanos como cristãos rendiam-se invariavelmente após a conquista de Lisboa pelo lado oposto, apesar da aparente invulnerabilidade do Castelo.

Tal facto deve-se à sua função, que não era tanto a da defesa da vila e sim de defesa e vigilância de Lisboa e arredores, conjuntamente com outras vilas do termo de Lisboa. Em 1154, D. Afonso Henriques concede carta de foral à vila.

Com o contínuo avanço da Reconquista para Sul, o Castelo dos Mouros perde a sua importância estratégica, acabando por ser totalmente abandonado durante a Segunda Dinastia. Nos finais de quatrocentos apenas habitavam o sítio do castelo alguns judeus, segregados do resto da comunidade por ordem régia e até esses acabaram por sair devido  à expulsão das minorias étnicas e religiosas. À ruína devida à passagem do tempo, juntou-se a provocada pelo terramoto de 1755. No séc. XIX, D. Fernando II aforou a velha fortaleza e procedeu ao seu restauro integral. Como acontece com quase todos os vestígios monumentais sintrenses mais remotos, pouco é já o que pode ser observado que seja de origem. Do que hoje se vê, apenas a base das torres e as muralhas remontarão à fundação inicial."








... Às portas da capela, às portas do castelo... Abre-se um mundo de pedra cinzenta e húmida, comida pelo musgo e pela neblina...













E um morador da serra veio despedir-se de mim ao fim da jornada...


Devem desculpar a ausência de texto criativo, mas não me sinto particularmente inspirada hoje, por isso, em vez de vos maçar com as minhas divagações de literatura pedante, deixo-vos somente com as imagens deste belo local...

sábado, 10 de outubro de 2009

Halloween Mini Top Hat


Boa noite...

Hoje não tenho para vos mostrar um destino, mas antes, e novamente, um artigo comprado por mim numa loja da moda. A Claire's já tem disponível há umas semanas a colecção de Halloween, e nessa colecção tem para além de asas, corninhos, tutus e boas de penas, estas fantásticas cartolas de enfeitar.