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segunda-feira, 23 de maio de 2011

Pop culture goes Dark ou pelo menos tenta...

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Boa tarde...


Como já deve ser do conhecimento de alguns de vós, saiu recentemente um vídeo de uma conhecida cantora pimba portuguesa que tem uns toques assim digamos a puxar para a escuridão. Ora, o que nem toda a gente sabe é que não é um, são dois, sendo que o outro é obra da irmã da primeira.

Se bem que todo este fenómeno começou já lá vão dois anos com a Nucha, aqui fica, para o entretenimento de todos, mais um pouco de Dark Pimba:






Aposto que gostaram!
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quinta-feira, 22 de julho de 2010

Frozen

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Bom dia...


Hoje estou numa de rever coisas antigas e lembrei-me deste video. Não que a Madonna faça música alternativa, longe de mim dizer semelhante coisa, mas em termos de imagem haverá que concordar que puxa muito a uma temática "obscura". Basta reparar em pequenos pormenores como a decoração das mãos com henna, corvos por todo o lado, uma certa tendência monocromática a apostar no preto, até o cão é luzidio de azeviche! Apenas mais um exemplo do permeável que é o pop, quando lhe dá jeito, às correntes mais revoltadas.

E reparem, se se derem ao trabalho de ir ao youtube ver a página deste upload, nos comentários saborosos que lá aparecem sobre pactos com o demónio e o diabo controlar a indústria da música e coisas assim bonitas, só porque o video, "oh meu deus", tem uma mulher vestida de preto, que divide as cenas com outros animais da mesma cor...


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domingo, 11 de julho de 2010

Emilie Simon

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Boa noite,


Mais uma vez para partilhar convosco um video, no qual tropecei no Facebook. Novamente com uma temática talvez mais alternativa, pelo menos a nível visual, embora a música seja também muito boa, vale a pena comparar estes exemplos com músicas mais antigas da mesma cantora e ver a diferença. Apreciem...




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quinta-feira, 8 de julho de 2010

Kerli

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Bom dia,


Aproveito hoje uma pausa no serviço para partilhar uma recente e fortuita descoberta, que agradeço à Courtesan Macabre. A música pode não ser ao agrado de todos, mas acredito que o video vos vais ficar na memória!





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quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Dark Culture Goes Pop - Conde de Contar

Hoje é dia para mais uma inscrição da rubrica que analisa as influências da cultura "dark" na cultura popular! Falamos hoje de uma personagem muito querida de todas as pessoas da minha idade, o Conde de Contar!


Conde de Contar (na versão original: Count von Count), é uma das personagens que aparece na série infantil Rua Sésamo (Sesame Street). A personagem foi inspirada na interpretação que Béla Lugosi fez da personagem Drácula.

O Conde sofre de uma obsessão chamada aritmomania, ou seja, adora contar coisas, não importa o tamanho, nem a quantidade, nem o quanto isso possa ser irritante! Esta é uma característica frequentemente associada aos vampiros e pode ser usada contra eles do mesmo modo que o alho, basta atirar-lhes um punhado de sementes que eles logo se porão a contá-las. Não se sabe se foram as tradições vampíricas que inspiraram a personagem ou se é apenas um trocadilho com o seu título de nobreza, em inglês, “count”, que pode significar também contar.



Possui várias características mais alternativas, como caninos pontiagudos e viver num castelo velho com vidros partidos e muitas teias de aranha. Também é frequentemente visto na companhia de vários morcegos, que costuma contar! Para além disto, o próprio Conde afirma que nasceu na Transilvânia! Mas, por outro lado, também tem características que apesar de diferentes não se encontram associadas aos vampiros, como a barbicha, o monóculo e o facto de aparecer tanto de noite como de dia e até na praia!


Mais informação AQUI

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Goth and "Dark" Culture goes Pop?

Na continuação de um tema que já tinha sido lançado noutro local e que, de momento, se encontra congelado, transfiro para aqui algum do material coligido por mim sob a égide da Cultura Pop. Trata-se de um compilação de filmes, séries e outras personagens que levaram para a Cultura Pop uma marca mais alternativa!

Como devem calcular, muita gente reconhecerá o local de origem, este material já foi reunido há muito tempo, pelo que se trata mais de um arquivo de informação do que propriamente posts novos.


Começo hoje com uma novela que foi um fenómeno tanto no Brasil como em Portugal, cujo ambiente e história evocam contos típicos da literatura gótica e de horror, a VAMP foi um marco na cultura televisiva brasileira e representa na perfeição a penentração do obscuro na cultura popular.
Para verem o elenco completo e outras curiosidades sobre a novela vejam: http://pt.wikipedia.org/wiki/Vamp_%28novela%29
Esta telenovela retrata a convivência pouco amistosa entre pessoas e vampiros e até mesmo entre os próprios vampiros há conflitos. E, pelo menos, eu lembro-me da Natacha mais a viagem pelos planetas e coisas deste género; como aquela vampira maluca que se vestia com placas de metal e uns soutiens que pareciam mísseis!!!
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Natasha foi a primeira vampira da dramaturgia brasileira, e deixou muitos marmanjos de queixo caído. A personagem foi interpretada pela bela Cláudia Ohana na novela Vamp, de 1991. Ela vendeu sua alma ao terrível Conde Vladimir Polanski para alcançar o sucesso como cantora de rock. No entanto, não era uma criatura do Mal: ao contrário, logo se arrependeu do pacto com Vlad e pôs-se a fugir dele, escondendo-se na cidade de Armação dos Anjos. Lá, ela reencontrou seu amor de vidas passadas, o capitão Jonas, personagem de Reginaldo Faria. Enciumado e receoso de que esse amor medieval pudesse voltar à tona, o Conde Vladimir passou a perseguir Natasha e a família do capitão, causando trapalhadas que renderam boas risadas ao público.
Além do sanguinário Conde Vladimir Polanski (Ney Latorraca), e da sensual cantora Natasha, a novela "Vamp", escrita por Antônio Calmon e dirigida por Jorge Fernando em 1991, também apresentou aos espectadores uma família de vampiros que conquistou todo o Brasil com suas trapalhadas. Trata-se da família Matoso, que tinha como integrantes o empresário Matoso (Otávio Augusto), o chefe da família, vampiro de um só canino e sotaque hilariante; seus filhos Matosão (Flávio Silvino), um vampiro Bad Boy e mau-caráter, e o pequeno Matosinho (primeiro papel de André Gonçalves), o único bonzinho de uma família de trapaceiros. Para completar este absurdo circo de horrores, a família das trevas tinha como madrasta a insuportável Mary Matoso (interpretação marcante de Patrícia Travassos - foto), a primeira Vamperua da TV brasileira, uma interesseira de marca maior que não cansava de arrastar suas asinhas de morcego para o lado do terrível Vlad e de muitos outros vampiros e homens do folhetim.