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segunda-feira, 24 de junho de 2013

Os 10 lugares mais aterradores do planeta


Bom dia!


Novamente, descobrimos uma lista fantástica para os próximos destinos de férias:



Aqui ficam a sugestão visual para melhorar as vossas férias:




Para onde é que vamos a seguir? 


quinta-feira, 20 de junho de 2013


Bom dia!


Mais uma lista de locais dignos de visita:










Quem é que já marcou as férias?


terça-feira, 11 de junho de 2013

Participação no Mostra_te SBA - Cartaz Final


Bom dia,


Já saiu o carta definitivo para o evento onde vou estar esta sexta e sábado, em São Brás de Alportel, com peças de roupa criadas e adaptadas por mim, assim como outros acessórios na linha deste espaço.

A entrada é livre, por isso, quem estiver por perto e tiver disponibilidade, porque não fazer-me uma visitinha?




Vou estar como Delicatessen, já que este espaço não tinha um nome com a pinta necessária... Por outro lado, também estou a concentrar a criação de peças nesta página, por isso, vai dar ao mesmo. Já agora passem por lá também e digam coisas.


segunda-feira, 3 de junho de 2013

Participação no Mostra_te SBA


Bom dia

É verdade, desta vez vou reanimar o blogue (parece que com mais continuidade que da última... espero eu) para partilhar convosco este evento onde vou estar presente a "mostrar" as minhas criações em roupa excêntrica e acessórios de moda pouco ortodoxos. Quem segue o Tons de Negro via Facebook já deve estar ao corrente das obras mais recentes, que agora pretendo também vir partilhar aqui e trazer o blogue de volta à vida.

Assim, quem estiver no Algarve no fim-de-semana depois deste que ainda vem, pode sempre dar um pulinho a São Brás de Alportel e fazer-me uma visita!



Mostra_te SBA - no blogspot

Mostra_te SBA - no facebook


segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Parada do Horror

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Boa noite...


Hoje, só e em exclusivo, as aventuras do meu fim-de-semana de Halloween. Como não sabem, porque não vos disse, fui para Loulé, para a Parada do Horror. É algo que já se fez no ano passado e talvez noutros antes, confesso que não sei, e que este ano se repetiu para grande prazer meu, pois foi-me permitido andar por lá a assustar as criancinhas e a posar para as fotos, porque a certa altura já fazíamos parte do cortejo...



O Conde aprova a Parada do Horror...
(sim, esta é a minha máscara, com noivo incluido...We're awsome, aren't we?)


Sem mais delongas, deixo-vos com a notícia do dito evento e algumas fotos...


"O coração da cidade de Loulé foi novamente o palco escolhido para as comemorações do Halloween, naquela que foi mais uma edição da “Parada do Horror”, realizada no passado sábado.Os louletanos e muitos visitantes - portugueses e, sobretudo, estrangeiros - saíram à rua para se juntar à festa da Noite das Bruxas, num evento único na região.

O desfile dos carros alegóricos inspirados na temática, os muitos mascarados, a participação de elementos que são símbolos do corso louletano como as Majoretes ou a Banda Filarmónica “Artistas de Minerva” e, sobretudo, a boa disposição, recordaram a todos os que aqui estiveram um dos maiores cartazes turísticos do Algarve – o Carnaval de Loulé. Só que aqui, em vez das cores fortes dos fatos de Carnaval, o preto dominou a decoração.

Foram vários os pontos de interesse da festa. No Castelo, os mais novos tiveram um espaço privilegiado com muitos animadores, insufláveis, pinturas faciais, actividades lúdicas, para além dos saborosos doces que fazem parte da tradição do “trick or treat” (“doce ou travessura”) dos países anglo-saxónicos.

Ao longo da Praça da República, quatro carros alegóricos recriaram também o ambiente fantasmagórico da festa: uma abóbora gigante, a emblemática figura de Frankenstein, o casamento da noiva-cadáver num castelo assombrado e animado pela sensualidade de uma bailarina e pelo espectáculo de fogo da Associação Satori e o carro da morte tripulado pelos jovens estudantes do INUAF. Mas a acompanhar o desfile dos carros o mundo das trevas foi recriado através de com aranhas gigantes, um grupo de animadores vestidos de mortos-vivos, andarilhos, e muitos anónimos vestidos de bruxas, dráculas, caveiras e todos os seres das trevas.

A música também esteve na festa, sobretudo os temas associados ao terror. Bruno Cortes, elemento da banda La Plante Mutante foi o DJ de serviço e deu música pela noite dentro.

E para os seguidores do esoterismo, na Rua das Lojas foi possível consultar os astros e houve mesmo quem fosse “à bruxa” para saber o destino escrito nas cartas de tarot das cartomantes que estiveram no espaço do oculto."
[...]





Carro alegórico da Corpse Bride, com um castelo, deve ser fusion digo eu...



Carro Funerário, decorado com um abutre, que fica sempre bem, e com um caixão vazio... Suponho que o ocupante andava pelo desfile a esticar as pernas...



Isto era uma aranhola, não lhe conheço melhor nome, que andava para lá... Coitado do moço, quando desmontou do bicho aposto que estava todo partidinho...



Carro Frankanstein, não podia faltar...



Carro do Espantalho, este estava mesmo a dar coisinhas fofas, pequenos espantalhinhos decorativos, com nariz de palhaço e sem olhos...



Este não sei do que era, mas os figurantes estavam bem vestidos...



(Isto sou eu a ser muito grim and evil... ou não...)



Aqui especialmente para vocês, uma montagem deliciosa feita pelo meu namorado, que ilustra grande parte da figura de gente doida que fizémos durante a noite...



Espero que tenham ficado entusiasmados com esta pequena amostra do que pode ser o Halloween em Portugal, que, como tudo o que é festa cá nesta terra, tem que incluir algum tipo de desfile... Mas muito bom e indicado para quem gosta de se pavonear com a sua roupa "normal" e dizer que está mascarado...

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Viagens na minha Terra: Mosteiro dos Jerónimos

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Boa noite...


A todos os que apreciam o prazer de laurear a pevide, mais uma vez, uma visão maravilhosa da arquitectura portuguesa que pode ser visitada na cidade capital, Lisboa... Deixo-vos o Mosteiro dos Jerónimos...





"Data de 1496 o pedido feito pelo rei D.Manuel I à Santa Sé, no sentido de lhe ser concedida autorização para se erigir um grande mosteiro à entrada de Lisboa, perto das margens do Tejo. Em 1501 começaram os trabalhos e aproximadamente um século depois, as obras estavam concluídas. As razões da construção do Mosteiro dos Jerónimos prendem-se, por certo, com a vontade do monarca reunir em panteão o ramo dinástico por ele iniciado (Avis-Beja).

D. Manuel I e os seus descendentes foram sepultados em túmulos de mármore colocados na capela-mor da Igreja e capelas laterais do transepto. A dedicação do Mosteiro à Virgem de Belém foi outro factor que pesou na decisão régia. O Mosteiro dos Jerónimos, como é vulgarmente conhecido, veio substituir a igreja outrora existente no mesmo local, cuja invocação era Santa Maria de Belém e onde os monges da Ordem de Cristo prestavam assistência aos mareantes em trânsito.

O edifício exibe uma extensa fachada de mais de trezentos metros, obedecendo a um princípio de horizontalidade que lhe confere uma fisionomia calma e repousante. Foi construído em calcário de lioz que se tirava muito próximo do local de implantação, na Ajuda, no Vale de Alcântara, Laveiras, Rio Seco e Tercena.



Dada a grandiosidade do projecto e a riqueza da execução, sucederam-se as empreitadas de construção e os mestres responsáveis por elas: Diogo de Boitaca (c.1460-1528), João de Castilho (c.1475-1552), Diogo de Torralva (c. 1500-1566), Jerónimo de Ruão (1530-1601) são alguns dos nomes que o Mosteiro recorda e que deixaram marca indelével neste monumento.

D. Manuel I canalizava para as obras de Belém grandes somas. Boa parte da chamada " Vintena da Pimenta" (aproximadamente 5% das receitas provenientes do comércio com a África e o Oriente, o equivalente a 70 kg de ouro por ano) servia para custear os trabalhos que, desde o início, decorrem em estreita dependência do próprio rei.

No século XIX o Mosteiro assistiu a intervenções arquitectónicas pontuais que, embora não alterando a sua estrutura primitiva, vieram dar-lhe a forma que lhe conhecemos hoje. A cúpula sineira, o corpo do dormitório (hoje Museu de Arqueologia) e a sala do Capítulo foram alguns dos locais que maiores alterações sofreram.

Foram colocados na Igreja as arcas tumulares de Vasco da Gama e Luís de Camões, da autoria do escultor Costa Mota tio, no final do Século IXX (1894).



O Mosteiro dos Jerónimos é habitualmente apontado como a "jóia" da arquitectura manuelina, que integra elementos arquitectónicos do gótico final e do renascimento, associando-lhe uma simbologia régia, cristológica e naturalista, que a torna única e digna de admiração.

Para ocupar o Mosteiro, D. Manuel I escolheu os monges da Ordem de S. Jerónimo , que teriam como funções, entre outras, rezar pela alma do rei e prestar assistência espiritual aos mareantes e navegadores que da praia do Restelo partiam à descoberta de outros mundos.

Durante quatro séculos essa comunidade religiosa habitou nestes espaços, mas em 1833 foi dissolvida e o lugar desocupado. O Mosteiro dos Jerónimos passou a integrar os bens do Estado e o espaço conventual foi destinado ao colégio dos alunos da Casa Pia de Lisboa (instituição de solidariedade social destinada especialmente ao apoio a crianças), que aqui permaneceram até cerca de 1940.

Desde sempre intimamente ligado à casa Real Portuguesa, o Mosteiro dos Jerónimos, pela força da Ordem e suas ligações a Espanha, pela produção intelectual dos seus monges, pelo facto de estar inevitavelmente ligado à epopeia dos Descobrimentos e, inclusivamente, pela sua localização geográfica, na capital, à entrada do porto, é desde cedo interiorizado como um dos símbolos da nação."









Interior da igreja do mosteiro, com o tecto em cruzaria




Pormenor da fachada



Corredor do claustro



Interior da igreja do mosteiro



Pequena fonte no pátio do claustro





Visões do pátio do claustro



Refeitório dos monges, incomodado por mim



escada interior, do claustro para a igreja



Relevo nos corredores do claustro



Vitral no interior da igreja


Novamente, devem desculpar a falta de prosa floreada, mantém-se a apatia criativa no meu cérebro...

domingo, 11 de outubro de 2009

Viagens da minha Terra: Castelo dos Mouros


Boa Noite...


Parto novamente em viagem, desta vez e para vós... Castelo dos Mouros.



"Antigo castelo de provável fundação muçulmana, durante o séc. IX, no qual nunca se travou nenhuma batalha. De facto, tanto os ocupantes muçulmanos como cristãos rendiam-se invariavelmente após a conquista de Lisboa pelo lado oposto, apesar da aparente invulnerabilidade do Castelo.

Tal facto deve-se à sua função, que não era tanto a da defesa da vila e sim de defesa e vigilância de Lisboa e arredores, conjuntamente com outras vilas do termo de Lisboa. Em 1154, D. Afonso Henriques concede carta de foral à vila.

Com o contínuo avanço da Reconquista para Sul, o Castelo dos Mouros perde a sua importância estratégica, acabando por ser totalmente abandonado durante a Segunda Dinastia. Nos finais de quatrocentos apenas habitavam o sítio do castelo alguns judeus, segregados do resto da comunidade por ordem régia e até esses acabaram por sair devido  à expulsão das minorias étnicas e religiosas. À ruína devida à passagem do tempo, juntou-se a provocada pelo terramoto de 1755. No séc. XIX, D. Fernando II aforou a velha fortaleza e procedeu ao seu restauro integral. Como acontece com quase todos os vestígios monumentais sintrenses mais remotos, pouco é já o que pode ser observado que seja de origem. Do que hoje se vê, apenas a base das torres e as muralhas remontarão à fundação inicial."








... Às portas da capela, às portas do castelo... Abre-se um mundo de pedra cinzenta e húmida, comida pelo musgo e pela neblina...













E um morador da serra veio despedir-se de mim ao fim da jornada...


Devem desculpar a ausência de texto criativo, mas não me sinto particularmente inspirada hoje, por isso, em vez de vos maçar com as minhas divagações de literatura pedante, deixo-vos somente com as imagens deste belo local...

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Viagens na minha Terra: Castelo de São Jorge


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Boa noite...


Devem desculpar a presença assídua da minha pessoa, que perturba a imagem do objecto do tema de hoje, mas a minha vaidade interpõe-se inúmeras vezes entre a objectiva do meu fotógrafo e a paisagem adjacente.. Hoje mais um local soalheiro de história e poeira, recheado agora de vida cosmopolita, com o seu café e restaurante.





Para vocês... Castelo de São Jorge





[...]

A existência de um castelo propriamente dito, é documentada nas fontes e na arqueologia a partir de meados do século XI. As descrições dos geógrafos árabes salientam o forte castelo e as muralhas que defendiam a quasabah ( alcáçova). Nessa altura, Al Uzbuna, como era designada pelos muçulmanos, mantinha a sua importância enquanto cidade portuária, datando desta época o castelo e muralhas que defendiam a quasabah. A cidade propriamente dita, a medina, desenvolvia-se, desde o Castelo até ao rio, pela encosta Sul e Sudoeste.

[...]

Em 1147, quando D. Afonso Henriques, o primeiro rei de Portugal, acampa com o seu exército na envolvente da colina do Castelo para o tomar aos mouros, o castelo e parte da cidade encontravam-se defendidos por uma muralha, que abraçava parte da cidade que pela colina do Castelo se desenvolvia até ao rio.

A conquista que ficou célebre nos anais da história pela morosidade do cerco devido à dificuldade em tomar o Castelo, que imponente se erguia no topo, contou com a ajuda da Segunda Cruzada que se dirigia para a Terra Santa para mais uma ofensiva contra os árabes.

A lenda que com o tempo se gerou em torno da conquista de Lisboa, enaltece em particular, a proeza de um nobre cavaleiro de D. Afonso Henriques, Martim Moniz, que percebendo que os mouros fechavam a porta do Castelo, a franqueou permitindo, assim, a entrada dos cristãos no último reduto de defesa. Desde então, passou a designar-se por Porta do Moniz, aquela que permitiu a vitória a D. Afonso Henriques, e que se situa junto à Praça Nova.

[...]

Em 1256, Lisboa, torna-se capital do reino de Portugal. Desde então, até ao início do séc. XVI, o Castelo conhece o seu período áureo. Para além da residência real e do palácio dos Bispos, a alcáçova recebe casas dos nobres da Corte.

Os vários reis do séc. XIII, XIV e XV, dedicam uma atenção especial ao Castelo promovendo melhorias várias. Em meados do séc. XIII, D. Afonso III faz obras de reparação no palácio do governador. No séc XIV, D. Dinis, transforma a alcáçova mourisca em Paço Real da Alcáçova. D. Fernando, em 1373 - 1375, manda construir a Cerca Nova ou Cerca Fernandina, para que a cidade ficasse mais defendida, pois tinha-se expandido muito. Também, com D. Fernando, é instalada na Torre de Ulisses o tombo do reino, onde se guardava os documentos antigos do Arquivo Real.

Depois das guerras com Castela e restabelecida a paz, nos finais do séc. XIV, D. João I, manda atulhar o fosso e coloca o Castelo sobre a protecção de São Jorge, santo protector dos guerreiros e da fé cristã.

[..]

Com a ida da corte para a zona baixa da cidade, a fisionomia da alcáçova, foi-se alterando, e gradualmente os palácios e casas nobres foram dando lugar a habitações mais populares, ainda hoje visíveis no traçado urbano da actual freguesia do Castelo.

A partir de 1580, com a dominação filipina, o castelo, retoma a sua importância militar, sendo construídos e adaptados edifícios para albergar a guarnição espanhola e para servir de prisão. A função de presídio, será uma constante até à sua reabilitação em 1938-1940.

No séc XVII e XVIII, mantêm-se a sua função de quartel e presídio. Ainda no séc. XVII, é construída numa das torres o Observatório Geodésico, passando a designar-se, desde então, por Torre do Observatório. A Torre do Tombo, também se manteve na alcáçova, ocupando para além de uma das torres do castelejo, algumas alas do antigo Paço Real mais próximas, nomeadamente, uma ala designada por Câmara de D. Fernando.

Com o terramoto de 1755, o Castelo, descaracterizado pelas construções que lhe foram sendo acrescentadas, sofre graves danos, desaparecendo numerosos edifícios, torres e troços de muralha.

[...]

Em 1910, com a implantação da República é classificado como Monumento Nacional.

Em 1940, o Castelo de São Jorge assume um novo destaque com vista à comemoração centenária da Fundação da Nacionalidade e da Restauração da Independência. A intervenção realizada entre 1938-1940 pela Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, procurou imprimir-lhe a dignidade de outros tempos, em que era o centro político e militar do país, pondo a descoberto algumas das estruturas antigas do velho paço real e do castelejo que se encontravam subterradas.

O Castelejo e o Antigo Paço Real da Alcáçova que hoje existem, não são a « reconstrução fiel» do que foram outrora, mas o resultado dos aspectos mais marcantes das sucessivas épocas que lhe foram moldando a fisionomia.

in http://www.castelosaojorge.egeac.pt/DesktopDefault.aspx







Apesar de ser só já ruínas, umas muralhas e algumas torres e de estar sempre cheio de turistas, o castelo de São Jorge continua a ser um ponto de visita obrigatória em Lisboa para quem gosta de sítios bonitos e de fotos pseudo-artísticas... Recheado de arcos que levam a lado nenhum e colunas que sustentam coisa alguma, portal para outras épocas, perdidas entre o buliço das visitas de estudo e as pequenas bancas dos artesãos que agora povoam os paços...



E à sua entrada o grande conquistador da terra da sete colinas e da independência, presta a devida atenção aos transeuntes, do topo do seu pedestal dado por aqueles que o respeitam. Assim posto como guardião do espaço das muralhas, quase eclipsa a pequena estatueta do padroeiro do castelo que nos saúda ainda antes da entrada...





E heis que as portas se abrem e nos recebem dentro do recinto de retalhos, dividido entre o que já havia e o que agora há, dividido entre pedras antigas e pedras novas, entre o esquecimento do passado e a presença contínua de vida dos dias de hoje...



No caminho, os assentos do passado aguardam com a mesmo paciência de outrora que o visitante se sente neles e descanse da subida pela Sé até ao alto do castelo. O arco é a porta que leva para lá da realidade, as paredes estão lá, mas não separam este mundo do outro, estão incompletas e reforçadas pela censura da imaginação da sociedade actual... Visitai como autómatos, fotografai, conhecei os factos, mas guardai-vos de os sentir... Deveis evitar a todo o custo sentir o que quer que seja...





Os senhores do castelo...



... Uma fonte chafariz, perdida no meio dos degraus...



... e mais um recanto de água freca, que se esconde nas paredes...







... Das torres, várias, todas com acesso exterior, mas apenas algumas abertas... É através destes que se pode ter uma magnífica vista sobre a cidade capital, com as suas colinas polvilhadas de betão e telha...





Preocupações ambientais




 E assim termina a visita... Novamente, peço desculpa pelo espaço ocupado por mim sobre as imagens no castelo... Não deixem de visitar... Só é pena ser a pagar, mas vale a pena, assim uma vez, de vez em quando...