Mostrar mensagens com a etiqueta Lady Evyan. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Lady Evyan. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 25 de maio de 2010

Era uma vez um Piquenique Vitoriano...

-
Boa noite...


Hoje trarei ao mundo a minha 200.ª mensagem, aqui neste cantinho, por isso decidi guardá-la para algo especial... Pois é, aconteceu este sábado, depois de tantas peripécias o tempo finalmente colaborou connosco e para além de um dia de sol e temperaturas veranis, deu-nos uma brisa suave e agradável que tornou a tarde perfeita em todos os aspectos.


Superando todas as expectativas, contámos com 17 pessoas e duas visitas, um respeito quase perfeito pelo dresscode e uma vontade de estar a rigor que se traduziu numa cena pitoresca como nunca se tinha conseguido, e muito certamente será repetida, para que todos os que não puderam estar presentes se façam notar.


As fotos que vos apresento foram tiradas e tratadas pelo meu namorado XcunhaX (podem visitar também a outra galeria), a quem deixo aqui os meus agradecimentos, pois sem o seu apoio e colaboração este projecto não teria ido para a frente e não teria agora recordações tão vívidas e calorosas.


Bem, as imagens falarão por isso, por isso deixo-vos apreciar em silêncio...








E por hoje é tudo, primando pela simplicidade... Mais fotos estão disponíveis na galeria do Facebook, cujo link disponibilizei acima, por isso, deixem também lá o vosso comentário.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Down the lane of a past life...

-
Boa noite...


Hoje apenas um pequeno recorte do estilo que o mundo ostraciza. Mais um dos meus loucos acessórios, novamente um achado numa loja normal, desta vez há uns dois anos na Ale Hop do Campo Pequeno. Mas ainda se podem encontrar no Colombo, numa das loja de decoração que para lá ficam, mesmo junto a uma das entradas, não me lembro do nome, é questão de procurarem. Por incrível que pareça, ainda neste Halloween encontrei itens deste género perdidos numa papelaria de Loulé, um acaso que não se pode desperdiçar, só se tem a lamentar o preço, que costuma ser elevado...








Ah, hoje não escapam... Cá estou eu a acupar espaço na internet! Podem comprovar assim a altura do bastão de passeio.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Mini Top Hat... de inspiração somente...

-
Boa noite...


Lembram-se deste post?

Pois bem, decidi desenterrar umas fotos antigas e poeirentas para vos dar uma ideia do resultado final. Mais uma vez terão que aturar a minha representação física, mas não posso mostrar-vos o efeito sem ter o chapéu colocado numa cabeça linda...



quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Viagens na minha Terra: Queda do Vigário

-
Boa noite...


Reservo o post de hoje para vos mostrar um cantinho do Algarve. Uma queda de água deliciosa e deserta nesta altura do ano, rodeada de verde esmeralda, que embala com a cadência da água e o chilrear dos pássaros.




Para vós...


"A Queda do Vigário é uma queda de água da ribeira de Alte, que nasce na Quinta do Freixo, junta-se com a ribeira de Algibre perto de Paderne, formando a ribeira de Quarteira. Despenha-se a pique a 24 metros de altura caindo num grande lago que se assemelha a um alguidar, num local de grande beleza natural

Esta obra terá sido feita a mandado de Duarte de Melo Ribadeneyra, 18º Senhor de Alte, nos finais do século XVII, com o objectivo de embelezar a ribeira. No entanto, supõe-se que já existisse uma queda de água mais pequena, permanente ou temporária, nesse local. Há registos, nos arquivos da Casa d’ Alte que referem que a Queda do Vigário ficou tão bem construída, que nem foi afectada com o terramoto de 1755. Outrora, este espaço era muito procurado pelos habitantes locais para passear e tomar banho, aos domingos ou em dias de festa.

O terreno envolvente à Queda do Vigário foi adquirido, a particulares, pela Câmara Municipal de Loulé em 2002, que executou, posteriormente, obras com vista à criação de acesso, zona de lazer, parque de merendas e um edifício de apoio.

O espaço sofreu remodelações recentes, tornando-o ainda mais aprazível e propicio a momentos de lazer.

O acesso a este bonito espaço faz-se, após o estacionamento, junto ao cemitério de Alte, numa descida de cerca de 300 metros."




Se bem que a queda de água não se encontrava no seu máximo esplendor, pois, no meio do Outono e depois de um Verão muito seco, ainda não havia chovido o suficiente para alimentar o fôlego da água, este pequeno tesouro da natureza brinda-nos com uma pequena lagoa de água esmeralda e um véu branco que são da mais inesperada beleza no meio da serra algarvia.





Claro está que aproveitámos o luxuriante verde circundante para apaziguar a nossa fome. Claro está também que onde eu vou tem que ser montado um enorme espectáculo à minha volta, portanto, aqui me encontro a dispor o "estáminé" que forcei o meu talentoso fotografo e namorado a levar connosco, para contentamento da minha maneira de ser peculiar.





Pausa para leitura, claramente fictícia... Eu ainda quis por-me a ler para quem quisesse ouvir, mas depois achei que o tema não seria do agrado geral e contive-me...





Tempo também para as fotografias, leiam-se, artísticas, com o meu copo favorito, como podem comprovar pelas fotos de outros posts.



Aqui, o belo verde do local funde-se com o verde do alimento para o espírito... Quem sabe o que contém aquele copo?... Assim abandonado como uma oferta, estrategicamente colocado e equilibrado nas ervas frescas?...





Continuando com o hino ao meu ego, devem desculpar-me por ocupar constantemente as paisagens que vos devia mostrar, mas é simplesmente mais forte do que eu... De qualquer modo, podem ver, obstruído, eu sei, o retrato geral deste lugar escondido na Concelho de Loulé.



Mas não digam a ninguém... Este lugar é para preservar intocado e intocável, perfeito e ligeiro para os próximos que o pretenderem apreciar...


Mais fotos da Queda do Vigário

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Parada do Horror

-
Boa noite...


Hoje, só e em exclusivo, as aventuras do meu fim-de-semana de Halloween. Como não sabem, porque não vos disse, fui para Loulé, para a Parada do Horror. É algo que já se fez no ano passado e talvez noutros antes, confesso que não sei, e que este ano se repetiu para grande prazer meu, pois foi-me permitido andar por lá a assustar as criancinhas e a posar para as fotos, porque a certa altura já fazíamos parte do cortejo...



O Conde aprova a Parada do Horror...
(sim, esta é a minha máscara, com noivo incluido...We're awsome, aren't we?)


Sem mais delongas, deixo-vos com a notícia do dito evento e algumas fotos...


"O coração da cidade de Loulé foi novamente o palco escolhido para as comemorações do Halloween, naquela que foi mais uma edição da “Parada do Horror”, realizada no passado sábado.Os louletanos e muitos visitantes - portugueses e, sobretudo, estrangeiros - saíram à rua para se juntar à festa da Noite das Bruxas, num evento único na região.

O desfile dos carros alegóricos inspirados na temática, os muitos mascarados, a participação de elementos que são símbolos do corso louletano como as Majoretes ou a Banda Filarmónica “Artistas de Minerva” e, sobretudo, a boa disposição, recordaram a todos os que aqui estiveram um dos maiores cartazes turísticos do Algarve – o Carnaval de Loulé. Só que aqui, em vez das cores fortes dos fatos de Carnaval, o preto dominou a decoração.

Foram vários os pontos de interesse da festa. No Castelo, os mais novos tiveram um espaço privilegiado com muitos animadores, insufláveis, pinturas faciais, actividades lúdicas, para além dos saborosos doces que fazem parte da tradição do “trick or treat” (“doce ou travessura”) dos países anglo-saxónicos.

Ao longo da Praça da República, quatro carros alegóricos recriaram também o ambiente fantasmagórico da festa: uma abóbora gigante, a emblemática figura de Frankenstein, o casamento da noiva-cadáver num castelo assombrado e animado pela sensualidade de uma bailarina e pelo espectáculo de fogo da Associação Satori e o carro da morte tripulado pelos jovens estudantes do INUAF. Mas a acompanhar o desfile dos carros o mundo das trevas foi recriado através de com aranhas gigantes, um grupo de animadores vestidos de mortos-vivos, andarilhos, e muitos anónimos vestidos de bruxas, dráculas, caveiras e todos os seres das trevas.

A música também esteve na festa, sobretudo os temas associados ao terror. Bruno Cortes, elemento da banda La Plante Mutante foi o DJ de serviço e deu música pela noite dentro.

E para os seguidores do esoterismo, na Rua das Lojas foi possível consultar os astros e houve mesmo quem fosse “à bruxa” para saber o destino escrito nas cartas de tarot das cartomantes que estiveram no espaço do oculto."
[...]





Carro alegórico da Corpse Bride, com um castelo, deve ser fusion digo eu...



Carro Funerário, decorado com um abutre, que fica sempre bem, e com um caixão vazio... Suponho que o ocupante andava pelo desfile a esticar as pernas...



Isto era uma aranhola, não lhe conheço melhor nome, que andava para lá... Coitado do moço, quando desmontou do bicho aposto que estava todo partidinho...



Carro Frankanstein, não podia faltar...



Carro do Espantalho, este estava mesmo a dar coisinhas fofas, pequenos espantalhinhos decorativos, com nariz de palhaço e sem olhos...



Este não sei do que era, mas os figurantes estavam bem vestidos...



(Isto sou eu a ser muito grim and evil... ou não...)



Aqui especialmente para vocês, uma montagem deliciosa feita pelo meu namorado, que ilustra grande parte da figura de gente doida que fizémos durante a noite...



Espero que tenham ficado entusiasmados com esta pequena amostra do que pode ser o Halloween em Portugal, que, como tudo o que é festa cá nesta terra, tem que incluir algum tipo de desfile... Mas muito bom e indicado para quem gosta de se pavonear com a sua roupa "normal" e dizer que está mascarado...

domingo, 18 de outubro de 2009

A cauda do Pavão...

-
Boa noite...


Sem novidades no que toca às criações pessoais, deixo-vos novamente com um item comprado recentemente, da colecção de Halloween, na Accessorize.


Magnífico leque de plumas pretas com penas de pavão...











E o resultado que podem obter com um acessório assim, embora as fotos digam antes respeito a um igual mas todo preto...






Tiaras Rock

-
Boa noite,



Só para mostrar umas coisinhas lindas que compro na Claire's de vez em quando...








E este é o resultado:






quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Gothic Bride

-
Boa noite...


Há muito que estava para vos mostrar este item gloriosamente "gótico", que já tenho há uns anos. Podem encontrá-lo nesta loja Valuveil, e foi encomendado através do ebay. Não ficou caro e é um daqueles acessórios que nem toda a gente se pode gabar de ter!





E agora, o resultado...



quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Viagens na minha Terra: Castelo de São Jorge


-
Boa noite...


Devem desculpar a presença assídua da minha pessoa, que perturba a imagem do objecto do tema de hoje, mas a minha vaidade interpõe-se inúmeras vezes entre a objectiva do meu fotógrafo e a paisagem adjacente.. Hoje mais um local soalheiro de história e poeira, recheado agora de vida cosmopolita, com o seu café e restaurante.





Para vocês... Castelo de São Jorge





[...]

A existência de um castelo propriamente dito, é documentada nas fontes e na arqueologia a partir de meados do século XI. As descrições dos geógrafos árabes salientam o forte castelo e as muralhas que defendiam a quasabah ( alcáçova). Nessa altura, Al Uzbuna, como era designada pelos muçulmanos, mantinha a sua importância enquanto cidade portuária, datando desta época o castelo e muralhas que defendiam a quasabah. A cidade propriamente dita, a medina, desenvolvia-se, desde o Castelo até ao rio, pela encosta Sul e Sudoeste.

[...]

Em 1147, quando D. Afonso Henriques, o primeiro rei de Portugal, acampa com o seu exército na envolvente da colina do Castelo para o tomar aos mouros, o castelo e parte da cidade encontravam-se defendidos por uma muralha, que abraçava parte da cidade que pela colina do Castelo se desenvolvia até ao rio.

A conquista que ficou célebre nos anais da história pela morosidade do cerco devido à dificuldade em tomar o Castelo, que imponente se erguia no topo, contou com a ajuda da Segunda Cruzada que se dirigia para a Terra Santa para mais uma ofensiva contra os árabes.

A lenda que com o tempo se gerou em torno da conquista de Lisboa, enaltece em particular, a proeza de um nobre cavaleiro de D. Afonso Henriques, Martim Moniz, que percebendo que os mouros fechavam a porta do Castelo, a franqueou permitindo, assim, a entrada dos cristãos no último reduto de defesa. Desde então, passou a designar-se por Porta do Moniz, aquela que permitiu a vitória a D. Afonso Henriques, e que se situa junto à Praça Nova.

[...]

Em 1256, Lisboa, torna-se capital do reino de Portugal. Desde então, até ao início do séc. XVI, o Castelo conhece o seu período áureo. Para além da residência real e do palácio dos Bispos, a alcáçova recebe casas dos nobres da Corte.

Os vários reis do séc. XIII, XIV e XV, dedicam uma atenção especial ao Castelo promovendo melhorias várias. Em meados do séc. XIII, D. Afonso III faz obras de reparação no palácio do governador. No séc XIV, D. Dinis, transforma a alcáçova mourisca em Paço Real da Alcáçova. D. Fernando, em 1373 - 1375, manda construir a Cerca Nova ou Cerca Fernandina, para que a cidade ficasse mais defendida, pois tinha-se expandido muito. Também, com D. Fernando, é instalada na Torre de Ulisses o tombo do reino, onde se guardava os documentos antigos do Arquivo Real.

Depois das guerras com Castela e restabelecida a paz, nos finais do séc. XIV, D. João I, manda atulhar o fosso e coloca o Castelo sobre a protecção de São Jorge, santo protector dos guerreiros e da fé cristã.

[..]

Com a ida da corte para a zona baixa da cidade, a fisionomia da alcáçova, foi-se alterando, e gradualmente os palácios e casas nobres foram dando lugar a habitações mais populares, ainda hoje visíveis no traçado urbano da actual freguesia do Castelo.

A partir de 1580, com a dominação filipina, o castelo, retoma a sua importância militar, sendo construídos e adaptados edifícios para albergar a guarnição espanhola e para servir de prisão. A função de presídio, será uma constante até à sua reabilitação em 1938-1940.

No séc XVII e XVIII, mantêm-se a sua função de quartel e presídio. Ainda no séc. XVII, é construída numa das torres o Observatório Geodésico, passando a designar-se, desde então, por Torre do Observatório. A Torre do Tombo, também se manteve na alcáçova, ocupando para além de uma das torres do castelejo, algumas alas do antigo Paço Real mais próximas, nomeadamente, uma ala designada por Câmara de D. Fernando.

Com o terramoto de 1755, o Castelo, descaracterizado pelas construções que lhe foram sendo acrescentadas, sofre graves danos, desaparecendo numerosos edifícios, torres e troços de muralha.

[...]

Em 1910, com a implantação da República é classificado como Monumento Nacional.

Em 1940, o Castelo de São Jorge assume um novo destaque com vista à comemoração centenária da Fundação da Nacionalidade e da Restauração da Independência. A intervenção realizada entre 1938-1940 pela Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, procurou imprimir-lhe a dignidade de outros tempos, em que era o centro político e militar do país, pondo a descoberto algumas das estruturas antigas do velho paço real e do castelejo que se encontravam subterradas.

O Castelejo e o Antigo Paço Real da Alcáçova que hoje existem, não são a « reconstrução fiel» do que foram outrora, mas o resultado dos aspectos mais marcantes das sucessivas épocas que lhe foram moldando a fisionomia.

in http://www.castelosaojorge.egeac.pt/DesktopDefault.aspx







Apesar de ser só já ruínas, umas muralhas e algumas torres e de estar sempre cheio de turistas, o castelo de São Jorge continua a ser um ponto de visita obrigatória em Lisboa para quem gosta de sítios bonitos e de fotos pseudo-artísticas... Recheado de arcos que levam a lado nenhum e colunas que sustentam coisa alguma, portal para outras épocas, perdidas entre o buliço das visitas de estudo e as pequenas bancas dos artesãos que agora povoam os paços...



E à sua entrada o grande conquistador da terra da sete colinas e da independência, presta a devida atenção aos transeuntes, do topo do seu pedestal dado por aqueles que o respeitam. Assim posto como guardião do espaço das muralhas, quase eclipsa a pequena estatueta do padroeiro do castelo que nos saúda ainda antes da entrada...





E heis que as portas se abrem e nos recebem dentro do recinto de retalhos, dividido entre o que já havia e o que agora há, dividido entre pedras antigas e pedras novas, entre o esquecimento do passado e a presença contínua de vida dos dias de hoje...



No caminho, os assentos do passado aguardam com a mesmo paciência de outrora que o visitante se sente neles e descanse da subida pela Sé até ao alto do castelo. O arco é a porta que leva para lá da realidade, as paredes estão lá, mas não separam este mundo do outro, estão incompletas e reforçadas pela censura da imaginação da sociedade actual... Visitai como autómatos, fotografai, conhecei os factos, mas guardai-vos de os sentir... Deveis evitar a todo o custo sentir o que quer que seja...





Os senhores do castelo...



... Uma fonte chafariz, perdida no meio dos degraus...



... e mais um recanto de água freca, que se esconde nas paredes...







... Das torres, várias, todas com acesso exterior, mas apenas algumas abertas... É através destes que se pode ter uma magnífica vista sobre a cidade capital, com as suas colinas polvilhadas de betão e telha...





Preocupações ambientais




 E assim termina a visita... Novamente, peço desculpa pelo espaço ocupado por mim sobre as imagens no castelo... Não deixem de visitar... Só é pena ser a pagar, mas vale a pena, assim uma vez, de vez em quando...